17/01/2018

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Parlamento gaúcho realizou sete edições do Fórum dos Grandes Debates em 2017

Em 2017, a Assembleia gaúcha realizou sete edições do Fórum dos Grandes Debates, reunindo mais de 4,8 mil pessoas. Igualdade de gênero, o papel do Estado e a alimentação saudável foram alguns dos temas discutidos ao longo do ano. Questões de gênero inauguraram o Fórum dos Grandes Debates da Assembleia Legislativa deste ano. Na primeira edição do evento de 2017, que ocorreu em 22 de maio, duas senadoras e uma deputada federal compartilharam suas experiências ao discutir o tema Mulheres no Poder – Os desafios nos espaços da política. As senadoras Constanza Moreira, da Frente Ampla do Uruguai, e Regina Souza, do PT do Piauí, pidiram a mesa com a deputada federal Jandira Feghali, do PCdoB do Rio de Janeiro, para abordar os obstáculos enfrentados pelas mulheres no exercício do poder e a herança cultural que as mantêm fora dos espaços decisórios. O sociólogo português Boaventura de Sousa Santos foi o palestrante da segunda edição do Fórum dos Grandes Debates da Assembleia Legislativa, realizado em 1º de junho. Autor de dezenas de obras e premiado em persos países, Boaventura falou sobre Democratizar a Democracia, um de seus conceitos mais difundidos no mundo. Já em 9 de agosto, o tema foi O Papel do Estado e o Desenvolvimento do País. O encontro teve como palestrantes o senador Roberto Requião (PMDB/PR), o economista Márcio Pochmann e o médico e vice-presidente do PCdoB, Walter Sorrentino. A quarta edição foi realizada em 18 de setembro com o tema Educação no desenvolvimento regional. Na ocasião, a Assembleia Legislativa lançou a Frente Gaúcha em Defesa das Universidades e Institutos Federais do Rio Grande do Sul. O ato reuniu reitores das 10 instituições públicas de ensino federal no RS, a bancada federal gaúcha e as bancadas estaduais, além de entidades de servidores e alunos, dos movimentos sociais e de 50 municípios representados. Em 4 de outubro, o pesquisador francês Patrick Caron, a chef de cozinha Bela Gil e Frei Sérgio Göergen falaram sobre Agroecologia e alimentação saudável. Mesmo com abordagens diferentes, os debatedores chegaram à mesma conclusão: a agroecologia é uma alternativa possível para a crise da agricultura convencional, expressa nos malefícios causados ao meio ambiente e a saúde humana em decorrência da utilização intensiva de agrotóxicos nas lavouras. A sexta edição do evento ocorreu em 18 de outubro, com o tema O Papel das Mulheres na Reforma Protestante. A atividade foi realizada em parceria com a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) e Igreja Evangélica Luterana do Brasil, integrando a agenda alusiva aos 500 Anos da Reforma Protestante. As palestrantes foram a secretária-executiva da Secretaria de Mulheres na Igreja e na Sociedade, da Federação Luterana Mundial (FLM), pastora doutora Elaine Neuenfeldt; a vice-presidente de comunicação da Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB), jornalista Aline Koller; e a professora de Teologia Feminista e co-coordenadora do Programa de Gênero e Religião das Faculdades EST, pastora doutora Márcia Blasi. A última edição, em 25 de outubro, teve o embaixador Celso Amorim, que falou sobre A política externa e o desenvolvimento. O diplomata analisou a operação Lava Jato, criticou a política externa atual e condenou a postura do governo brasileiro em relação à crise na Venezuela. Ao analisar a imagem do Brasil no exterior, afirmou ainda que a mudança do conceito de trabalho escravo, promovida pelo governo Temer, representou um golpe para o País. *Com informações de Olga Arnt, Celso Bender e Francis Maia
05/01/2018 (00:00)
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