24/09/2018

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Pronunciamentos na tribuna nesta terça-feira

Confira o resumo dos pronunciamentos feitos pelos deputados durante o período das Comunicações da Sessão Plenária desta terça-feira (10). A íntegra dos pronunciamentos pode ser ouvida no endereço www.al.rs.gov.br/legislativo, em áudios das sessões. A deputada Miriam Marroni (PT) abordou da tribuna os desdobramentos da operação Lava Jato, que investiga a corrupção na Petrobras. Fez um retrospectivo histórico das relações sociais, que são permeadas pela corrupção do cotidiano desde o período dos portugueses e espanhóis, através da esperteza e das relações de poder. Segundo ela, o atual governo criou as condições para as investigações através da estrutura e autonomia da Polícia Federal, da Controladaria Geral da União e, quando o Congresso aprovar, a lei que torna a corrupção crime hediondo, uma iniciativa da presidente Dilma Rousseff. O deputado Sérgio Turra (PP) destacou a 16ª Edição da Expodireto, em Não-Me-Toque, feira alicerçada na tecnologia, inovação e oportunidades. Ao destacar que o Rio Grande do Sul exibe mais uma safra recorde de grãos, o parlamentar, que defende o agronegócio, criticou a ação do MST semana passada, em São Paulo, em Itapetininga, onde uma central de pesquisa foi invadida e depredada. Isso terá reflexos no desenvolvimento de pesquisas e novos cultivos, advertiu. Pediu que o governo federal tome providências. O deputado Enio Bacci (PDT) detalhou na sua manifestação os avanços das investigações da operação Lava Jato, referindo-se aos nomes divulgados na semana passada e o envolvimento de seis líderes do PP gaúcho. Ele referiu manifestações do ex-ministro Bresser Pereira ao conceituar a corrupção no Brasil, para afirmar que o povo não aceita essa prática. Sempre existiu, em diversos governos, disse Bacci, que gostaria do surgimento de uma era de recrudescimento da corrupção no país, como foi o período de 1930 a 1980, definido por Bresser como a fase de desenvolvimento do Brasil. O escândalo do Petrolão supera outros episódios dessa natureza quando um delator revela que depositou US$ 97 milhões em banco na Suíça e, mais tarde, confessa à PF que esqueceu de contar de outra conta, com US$ 4 milhões, em banco no Canadá. A punição tem que alcançar todos, defendeu. O deputado Juliano Roso (PCdoB) destacou a realização grande feira da agricultura familiar da Expodireto, de Não-Me-Toque, que contou, inclusive, com a presença das ministra da Agricultura, Kátia Abreu. Registrou que o evento serve para demonstrar a valorização que o governo federal tem dado ao agronegócio no Brasil. O deputado Adão Villaverde (PT) registrou que, além de defender a apuração de todas as denúncias corrupção no país, os parlamentares gaúchos devem refletir sobre as suas causas. E destacou que a bancada de seu partido está protocolando, na Assembleia, projeto de lei vedando a contratação de empresas que tenham efetivado doações eleitorais e partidárias à candidatos, comitês financeiros e partidos, pelo Estado do RS. O deputado Pedro Pereira (PSDB) criticou o “infeliz pronunciamento” da presidenta Dilma Rousseff, no último domingo. Para o parlamentar, a presidenta só disse “inverdades, insanidades e que está sendo injustiçada pela imprensa”. Para ele, o pronunciamento é uma “piada. Mentiu de forma descarada, um verdadeiro estelionato eleitoral”. Antes de concluir, Pedro Pereira ainda salientou que “a corrupção deslanchou de forma vergonhosa nos governos de Lula e Dilma”. A deputada Stela Farias (PT), ao fazer uma análise da atual conjuntura estadual, criticou o governo Sartori pela ausência de propostas e por sua “incompetência e inoperância” na questão dos tratos do Rio Grande do Sul. Criticou a política dispensada pelo atual governo ao funcionalismo, convidando a todos os parlamentares para o lançamento da Frente Parlamentar em Defesa do Servidor Público Estadual, que deverá ocorrer na quarta-feira (dia 18), às 17 horas. A deputada Manuela D’Ávila (PCdoB) rebateu as críticas feitas à presidenta da República pelo deputado Pedro Pereira. Também destacou a mobilização de entidades afro-religiosas do Rio Grande do Sul, que pela manhã acompanharam a reunião da Comissão de Constituição e Justiça, quando foi realizado um debate em torno do projeto (PL 21/2015), da deputada Regina Becker Fortunati (PDT), que visa proibir o sacrifício de animais em rituais religiosos. O debate foi proposto pela deputada Manuela, diante da necessidade da discussão do tema sob o aspecto de sua constitucionalidade. O deputado Vilmar Zanchin (PMDB) rebateu críticas feitas ao governo Sartori, avaliando o esgotamento das finanças públicas. Referiu o agravamento da situação do Estado e os métodos do governo passado, que utilizou o caixa único e mais de R$ 7 bilhões de reais dos depósitos judiciais para pagar a folha dos servidores e aplicar esses recursos em outras áreas, valendo-se também de empréstimos internacionais, que deveriam ser aplicados em obras viárias, para bancar a folha dos servidores. Dizer que o déficit sempre existiu e que agora o problema é de quem está no Piratini, não vai ajudar em anda, afirmou. * Colaboração de Renato Annes
10/03/2015 (18:50)
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